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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Pensando a Desigualdade Social no Brasil


Por: Jeniffer Modenuti

As desigualdades no Brasil chegam junto com os portugueses – o olhar etnocêntrico (que coloca sua cultura como superior) dos nossos colonizadores vieram por inferiorizar os índios: selvagens.

Com a introdução do trabalho escravo dos negros, acentua-se ainda mais a desigualdade – permanece o etnocentrismo e que agora ganho mais um fator: a cor. Até hoje os afrodescendentes sofrem discriminações e preconceitos devido a este passado opressor e a falta de políticas que atentasse para a integração do negro livre na sociedade após a abolição.

Na metade do século XIX e início do século XX, influenciados pelo pensamento social evolucionista, ou darwinismo social (que colocava negros, pobres e enfermos em uma escala de inferioridade ante os brancos e ricos) realiza-se no Brasil uma política de Branqueamento, incentivando assim a imigração europeia.

No decorrer do século XX temos um grande processo de urbanização e industrialização fomentados pelo governo brasileiro, em sua necessidade de desenvolver e modernizar o país (mais uma vez o darwinismo social!). Dessa maneira temos o crescimentos de centros industriais urbanos estimulados pelo intenso êxodo rural. Contudo, não é possível a absorção de toda a mão de obra, ocorrendo o barateamento dos salários e desemprego.

Durante a Ditadura Militar ocorre o chamado Milagre Econômico, em que o crescimento econômico se destaca, entretanto a sociedade não se desenvolve na mesma velocidade. Também destaca-se nesse período um dos grandes males do Brasil: a Concentração de Renda. O pobre se vê ainda mais pobre diante uma elevação do custo de vida.

A década de 1980 é marcada pela oscilação entre aumento e diminuição da pobreza: inflação, desemprego e crise econômica. Em 1990 a população brasileira melhora sua qualidade de vida, mas a desigualdade permanece.

Segundo relatórios do PNUD/2010 (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) o Brasil estava como o 3º pior país do mundo em desigualdade social, sendo a região mais desigual na América Latina. O relatório também destaca que em nosso país quem mais sofre com a desigualdade são negros, mulheres e índios.

Quais são as causas dessa desigualdade? Como as de maior destaque podemos citar: Fatal de acesso à educação, política fiscal injusta, baixos salários, dificuldade de acesso a serviços de saúde, transporte e saneamento.

A ONU informou que 58% da população brasileira mantém o perfil social de pobreza entre duas gerações, ou seja, é baixa a mobilidade socioeconômica dos indivíduos. No âmbito da educação superior, a cada 100 habitantes, apenas 9 tem um diploma universitário. A respeito da concentração de renda, metade da renda do Brasil está em mãos dos 10% mais ricos.



A pobreza diminuiu, mas a desigualdade permanece: ente 2001-2010 o Governo Lula tirou da miséria cerca de 21,8 milhões de brasileiros. 58,3% das famílias brasileiras participam de programas de transferência de renda e assistencialista, como bolsa escola, bolsa família, etc., que protagonizaram essa redução da pobreza.

Segundo o PNUD: “A desigualdade no Brasil é alta, persistente e se reproduz num contexto de baixa mobilidade econômica e social. Além disso, é herdada e determinada pela escolaridade e pelo nível de renda dos pais”.



sexta-feira, 2 de novembro de 2012


Questões de Sociologia 1ª Fase UEL
                                                                                                     
Prova 2003:
                                                                                                                                         
Leia o texto abaixo e responda às questões 01 e 02.              
“O narcotráfico criou nas favelas do Rio de Janeiro e de São Paulo uma rede de poder paralelo que comanda o cotidiano de moradores e altera dois fundamentos do Estado democrático: o direito de ir e vir e o conceito de justiça.” (Folha de S. Paulo, 09 jun. 2002. Caderno Cotidiano, p. C1.)

01 - Considerando o contexto social das favelas nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, é correto afirmar:
a) Favelas são coletividades instituídas por organizações não-governamentais para assegurar qualidade de vida aos seus moradores.
b) O controle e a violência impostos pelos grupos de extermínio são publicamente defendidos pela maioria dos moradores.
c) Por serem territórios marginais anárquicos, esses espaços urbanos abrigam moradores inaptos para o convívio social.
d) Os pressupostos democráticos, como o direito de ir  e vir, são assegurados aos moradores pelo poder paralelo do narcotráfico, que recorre à força para garantir a justiça.
e) A escassez de serviços públicos nas favelas, entre outros fatores, agrava a segregação social dos seus moradores em relação aos das demais regiões da cidade.


02 - Sobre o “conceito de justiça” no Estado democrático, é correto afirmar:
a) Os critérios de justiça devem ser estabelecidos pelos governantes a partir de sua própria concepção do que é justo ou injusto.
b) Os critérios de justiça devem ser estabelecidos pelos intelectuais, que determinam aquilo que é justo ou injusto para o restante da sociedade.
c) Na sociedade democrática inexistem critérios de justiça estabelecidos; logo, cada pessoa pode agir do modo que acredita ser justo.
d) Os critérios de justiça devem ser estabelecidos e sempre revistos por meio de uma discussão ampla, que envolva todos os cidadãos.
e) A força, no sentido de coerção, pode ser considerada como um critério legítimo para que o governante decida o que é justo para a sociedade.

Analise a sequencia de “Ubaldo, o paranoico”, do cartunista Henfil, e responda às questões 03, 04 e 05.


HENFIL. A volta de Ubaldo, o paranóico. 2. ed. São Paulo: Geração Editorial, 1994.

03 -  Leia a letra da música a seguir.
Tanta mentira, tanta força bruta / Como é difícil acordar calado  / Se na calada da noite eu me dano / Quero lançar um grito desumano  / Que  é  uma maneira de ser escutado / Esse silêncio todo me atordoa / Atordoado eu permaneço atento / Na arquibancada para a qualquer momento / Ver emergir o monstro da lagoa (Música “Cálice”, de Chico Buarque e Gilberto Gil.)

  A música “Cálice”, por meio de metáforas, apresenta críticas às práticas autoritárias do regime militar. Por extensão, a análise da charge também permite que se  identifiquem esses procedimentos criticados. Quais são as práticas criticadas na música e na charge?
 a)  abertura democrática / anistia / liberdade de expressão
b)  censura / tortura a presos políticos / repressão às oposições
c)  apoio à modernização / incentivo à industrialização / distribuição de renda
d)  autonomia dos poderes / repressão ao tráfico / combate à pobreza
e)  defesa dos direitos humanos / repressão aos militares / estímulo ao pluripartidarismo


04 - A charge de Henfil é uma representação do regime político autoritário. Observe as seguintes características:
 I. Autonomia dos poderes legislativo e judiciário.
II. Fortalecimento dos órgãos de repressão.
III. Vigência do Estado de direito.
IV. Concentração do poder político.
V. Controle dos meios de comunicação de massa.
Dentre as características acima, são próprias a um regime político ditatorial:
a) Apenas I, II e V.
b) Apenas I e IV.
c) Apenas II, III e V.
d) Apenas II, IV e V.
e) Apenas III, IV e V.


05 - Dadas as circunstâncias do regime pós-64, seus oposicionistas criaram práticas para combater o autoritarismo do período. Avalie as práticas a seguir:
I. Participação em atividades políticas oficiais que tinham como objetivo reprimir a organização de guerrilhas armadas.
II. Criação e difusão de música popular e peças de teatro de conteúdo crítico.
III. Aceitação das ideias difundidas no âmbito da Escola Superior de Guerra, que preconizavam o multipartidarismo.
IV. Participação em passeatas organizadas pela UNE e sindicatos, greves e ocupações de algumas fábricas pelos trabalhadores.
V. Produção e recepção de jornalismo crítico, independente e bem-humorado, como o do jornal carioca O Pasquim.
 Dentre as práticas acima, eram práticas de resistência ao autoritarismo do regime militar:
 a) Apenas I, II e IV.
b) Apenas I, II e III.
c) Apenas II, IV e V.
d) Apenas I, III e V.
e) Apenas II, III e IV.


Leia o texto a seguir e responda às questões 06 e 07.
  “Minha mãe me escondia, pois também temia que os brancos me levassem com eles. (...) Todos os bens dos brancos me assustavam, também: tinha medo de seus motores, de suas lâmpadas elétricas, de seus sapatos, de seus óculos e de seus relógios. Tinha medo da fumaça de seus cigarros, do cheiro de sua gasolina. (...) Mas, quando seus aviões nos sobrevoavam, eu não era o único a ficar assustado, os adultos também tinham medo.”  (Davi Kopenawa Yanomami. Descobrindo os brancos. In: NOVAES, Adauto (org.). A outra margem do ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. p. 17.)

 06 - Essa narrativa de Davi, um yanomami nascido em 1956, no estado do Amazonas, descreve o medo da dizimação de seu povo. Sobre o tema, é correto afirmar:
 a)  As reações do narrador e do seu povo são raras na história do encontro entre brancos e indígenas.
b) A chegada do branco foi gradual e evitou alterações profundas no cotidiano indígena.
c) O contato com a tecnologia assegurou a preservação dos povos indígenas.
d) A presença dos brancos, registrada por Davi, foi ignorada pelos yanomamis.
e) As sucessivas ocupações das terras indígenas geraram violência e impactos ambientais.


07 - A narrativa de Davi revela a dificuldade histórica  no relacionamento entre culturas e povos diferentes. Qual o principal obstáculo à tolerância entre brancos e índios?
 a) Práticas sociais que defendem a diversidade cultural e estimulam o respeito às diferenças entre os povos e as nações.
b) Multiculturalismo baseado no respeito à pluralidade de povos e nações.
c) Presença do humanismo, cuja visão filosófica condena as desigualdades interculturais.
d) Identificação com o etnocentrismo enquanto sentimento de superioridade da própria cultura em relação à cultura de outros povos, sobretudo quando não ocidentais.
e) Prática da democracia política, que dissemina atitudes de tolerância entre as culturas.


08 -  “Uma professora da missão [na aldeia de] Santa Clara estava tentando convencer uma mulher piro [grupo étnico da Amazônia peruana] a preparar a comida de seu filho pequeno com água fervida. A mulher replicou: ‘se bebemos água fervida, contraímos diarréia’. A professora, rindo com zombaria  da resposta, explicou que a diarréia infantil comum é causada justamente pela ingestão de água não-fervida. Sem se abalar, a mulher piro respondeu: ‘Talvez para o povo de Lima isso seja verdade. Mas para nós, gente nativa daqui, a água fervida dá diarréia. Nossos corpos são diferentes dos corpos de vocês’.” (GOW, Peter, apud VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. O Nativo Relativo. Mana, v. 8, n. 1, p. 137-138, 2002.)
 Com base na leitura do texto acima e nos conhecimentos sobre o etnocentrismo, assinale a alternativa correta.
a) As práticas científicas da professora são assimiladas incondicionalmente pelo povo piro.
b) A professora está correta em zombar dos saberes tradicionais da mulher piro sobre saúde, por serem primitivos.
c) A diversidade cultural se expressa também nas concepções de corpo, saúde e doença dos diferentes povos.
d) O diálogo entre a mulher piro e a professora expressa a facilidade de convivência entre culturas diferentes.
e) A determinação em convencer a mulher piro leva a professora a reconhecer a importância do saber dos povos que habitam a Amazônia peruana.


Leia o texto abaixo e responda às questões 09, 10, 11 e 12.
  “As inovações técnicas ocorridas durante  e logo após a Primeira Guerra assentaram as bases da eletrônica, multiplicando o potencial de recursos já existentes mas ainda muito limitados, como o cinema, o rádio e o fonógrafo. (...) Nos anos 30 se difunde a criatura-chave do século XX – a televisão. (...) Subsistem ainda elementos da cultura popular, que são metodicamente selecionados e incorporados pela indústria do entretenimento, mas eles estão descontextualizados, neutralizados e encapsulados em doses metódicas, para uso moderado, nas horas apropriadas.” (SEVCENKO, Nicolau. A corrida para o século XXI: no loop da montanha-russa. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. p. 75-79.)

09 - A partir de 1920, o rádio e o cinema foram apropriados como meios de comunicação de massa pelos regimes políticos autoritários – a exemplo do nazismo e do fascismo. É correto afirmar que nesses regimes:
 a) Os meios de comunicação, como o rádio e o cinema, transmitiam a ideologia oficial, permitindo ao Estado exercer o controle centralizado e alcançar um grande público.
b) A eficácia da propaganda autoritária nos meios de comunicação de massa era neutralizada pelas organizações políticas de oposição.
c) A ideologia oficial buscava respeitar a autonomia da produção artística e cultural, bem como as suas respectivas estéticas.
d) O conjunto da produção intelectual e artística beneficiou-se do controle imposto pelos órgãos de repressão dos regimes políticos autoritários.
e) A cultura de massa foi suprimida pela valorização da estética e da moral difundidas pelo nazismo.


10 - A utilização dos meios de comunicação de massa (televisão,  rádio, cinema) pela indústria cultural caracteriza-se predominantemente por uma prática que:
a) Preocupa-se em explicitar a separação entre a vida real dos espectadores e o mundo glamoroso dos artistas e das personalidades das comunicações.
b) Dilui o complexo legado cultural num conjunto de fórmulas padronizadas, de duração e efeitos calculados, para ampliar ao máximo o consumo.
c) É salutar, pois ensina o espectador a pensar, avaliar e julgar aquilo que vê e ouve.
d) Ignora os gostos e preferências da cultura popular, valorizando os de uma elite intelectual.
e) Incentiva a liberdade e a autonomia dos espectadores para que eles expressem suas próprias emoções e sensibilidades.


11 - No Brasil, os canais abertos de TV frequentemente transmitem programas  de auditório que  apresentam fórmulas idênticas para atrair o grande público. Sobre os conteúdos da maioria desses programas veiculados pela televisão, considere as seguintes afirmativas.
 I. Transmitem imagens padronizadas e repetitivas, que propagam clichês de sucesso.
II. Não privilegiam o pensamento crítico, criando situações desprovidas de profundidade.
III. O estilo de vida de seus astros reflete o cotidiano e os problemas do indivíduo comum.
IV. Celebram o consumismo, bem como as vantagens superficiais do mercado.
 Assinale a alternativa correta.
 a) Apenas as afirmativas I, II e IV são corretas.
b) Apenas as afirmativas I, II e III são corretas.
c) Apenas as afirmativas I, III e IV são corretas.
d) Apenas as afirmativas I e II são corretas.
e) Apenas as afirmativas III e IV são corretas.


12 - Leia as letras das músicas a seguir.
Música A
 Quem não conhece / o anoitecer lá na róça / da porta duma paióça / vendo a mata escurecê / a lua cheia / vem lá por tráis do cerrado / espiando os namorado / procurando se escondê.
 Quem não escuita / o galo do terreiro / Ele canta no puleiro / vendo o dia clariá / os camarada / põem a cana na moenda / o carreiro da fazenda / sai pra roça carriá.
 Quem não conhece / uma cabocla bonita / com seu vestido de chita / uma noite de São João / quem não conhece / um regato soluçando / um munjolo que maiando / no peito da solidão. (Música “Meu Sertão”, de Tinoco, Zé Lopes e Nhô Crispim.)

Música B
 Em vez de você ficar pensando nele / em vez de você viver chorando por ele / pense em mim / chore por mim / liga pra mim / não, não liga pra ele / pra ele, não chore por ele.
 Se lembre que eu há muito tempo te amo / te amo, te amo / e quero fazer você feliz / vamos pegar o primeiro avião / com destino à felicidade / a felicidade pra mim é você. (Música “Pense em mim”, de Douglas Maio, José Ribeiro e Mário Soares.)
  
Com base no texto e na comparação das músicas, assinale a alternativa que apresenta as transformações ocorridas na chamada “música de raiz”, a partir da sua apropriação pela indústria cultural:
 a) A música de raiz perde a temática rural, a fala cabocla; a viola é substituída por instrumentos elétricos; o artista adota um estilo estereotipado, submetendo-se às demandas do mercado.
b) A incorporação da temática urbana e da fala culta e a  introdução de instrumentos elétricos na música pop sertaneja preservam a singularidade do estilo caipira da música de raiz.
c) A música pop sertaneja dos anos 90 prioriza em suas letras os “causos” e anedotas da música de raiz, como forma de enaltecer a cultura rural.
d) As temáticas e o estilo da música pop sertaneja preservam a forma de compor, o andamento melódico e a inspiração da música de raiz.
e) A música pop sertaneja contemporânea estimula a criatividade  dos artistas representantes  de diferentes culturas, em especial aqueles ligados à música de raiz.


Observe a charge a seguir e responda à questão 13.
  
13 -  Examine o diálogo, as posturas corporais e as expressões faciais de Helga, a personagem  feminina na charge. No contexto do movimento social das mulheres no século XX, a atitude dela expressa um posicionamento que:
 a)  Reitera a responsabilidade da mulher pelo conforto, a saúde e o bem-estar dos membros da família.
b)  Aceita as tarefas domésticas como essencialmente femininas, pois isso confere às mulheres autoridade e autonomia sobre a família na sociedade burguesa.
c)  Conforma-se com a atribuição dos papéis tradicionais para homens e mulheres, ou seja, o do homem-provedor e o da mulher dona de casa.
d)  Desmascara a desigualdade e a opressão entre os gêneros,  revelando a necessidade de construir outras maneiras de organizar o atendimento às responsabilidades domésticas.
e)  Mostra que a esfera doméstica está isenta de conflitos e tensões, uma vez que homens e mulheres têm seus papéis bem definidos.


 Observe a charge, que se refere ao conflito entre os EUA e o Afeganistão, ocorrido após os atentados de 11 de setembro de 2001, e responda à questão 14.

14 -  Analise as afirmativas a seguir.
 I.  “É preciso bombardear o Afeganistão com minissaias para perverter os muçulmanos.” (Michel Houellebecq, escritor francês)
II.  “É preciso criar estratégias de desenvolvimento para as nações  que hoje enfrentam a pobreza. De certa maneira,  o terrorismo é uma reação contra a miséria.” (Joseph Stiglitz, norte-americano, Prêmio Nobel de Economia 2001)
III.  “Devemos estar conscientes da superioridade da civilização ocidental. A civilização islâmica está estagnada  há  1400 anos.” (Silvio Berlusconi, Primeiro-Ministro italiano)
IV.  “Não  se  trata  de  um choque de civilizações nem de religiões, mas, antes, de um antagonismo fundamental. (...) A América  pode  ser  o epicentro da globalização, mas não sua encarnação, assim como o Islã não é a encarnação do terrorismo.” (Jean Baudrillard, filósofo francês)
 Quais afirmativas expressam concepções etnocêntricas acerca do conflito?
a)  I e III
b)  I e IV
c)  II e III
d)  II e IV
e)  III e IV


GABARITO: 01 – E; 02 – D; 03 – B; 04 – D; 05 – C; 06 – E; 07 – D; 08 – C; 09 – A; 10 – B; 11 – A; 12 – A; 13 – D; 14 – A